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terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Mais um LP - Outubro a Dezembro de 2007


De Outubro a Dezembro de 2007, os Alcómicos levaram mais uma vez ao palco do Teatro Mundial a sua terceira sketch-comedy. O que dizer deste espectáculo que não esteja já bem expresso no título? Assim de repente, é complicado. Talvez adiantar que “Mais um LP” não pretende rigorosamente nada, a não ser uma hora e meia de puro disparate. Mas atenção, é um disparate bem pensado.

Trailer:

domingo, 20 de maio de 2007

Pedro Tochas apresentou: Alcómicos Anónimos e um gajo

A sala estava abarrotar -1080 pessoas. Condição que nos remeteu para algumas conclusões: Existe um público apreciador de comédia, o Creamfields não afectou a nossa bilheteira e, para nosso alívio, comprovámos que o nosso público não é o mesmo que o do Mickael Carreira.

A noite foi pautada por Pedro Tochas – um miúdo que nós decidimos apoiar – que desempenhou a tarefa de MC. Quando se tem a sorte de ter um anfitrião de calibre internacional, é sinal que as coisas estão bem encaminhadas. Contudo, os nervos também aumentam. Os nervos existem e vão sempre existir; o que muda são os graus de responsabilidade. Sábado, os nervos eram o alerta de uma realidade: não podíamos defraudar as expectativas que tinham sido criadas à nossa volta.

Aproximadamente 2h15 de puro Stand-up comedy. Foi possível ver em acção vários estilos de humor: observação, negro, físico, personagem. Contamos com um público fantástico que esteve ao rubro até ao final e cujo apoio, incondicional, é de registar. Uma equipa de técnicos impecável e até mesmo um simpático polícia ou bombeiro – não percebemos muito bem – que nos acompanhou durante várias horas sem razão aparente.

Uma palavra para descrever o catering que tínhamos disponível no camarim, soberbo. Falamos de queijos de vários tipos, buffet de fruta, Mousse, vinhos, etc. As tolhas não eram brancas como tínhamos pedido, mas pronto.

Foi sem dúvida uma das grandes noites Stand-up comedy deste ano. Só não digo que foi a melhor, porque em Outubro provavelmente voltaremos a repetir.

domingo, 6 de maio de 2007

3, 4, 5 de Maio - Matrioshka e São Luiz ao rubro

Chegou ao fim o nosso tempo no Teatro São Luiz e o melhor que podemos dizer sobre ele, é que tudo passou muito depressa. Depressa demais. Em três noites, conseguimos levar mais de 500 pessoas à "Matrioshka" e esse facto, aliado à maneira como as mesmas reagiram, é a melhor recompensa.
Diga-se que o Jardim de Inverno não é uma sala fácil. Cedo percebemos isso, pois logo na primeira noite - quinta-feira - o ambiente revelou-se um pouco frio, apesar das cerca de 130 almas presentes. O sistema desta sala, com cadeiras e mesas dispostas aleatoriamente, faz com que as pessoas estejam um pouco dispersas, tornando mais complicada a criação de um ambiente mais intimista, tão necessário em comédia.
As noites seguintes - sexta e epecialmente sábado - subiram o tom. Chegámos muito perto das 200 pessoas em cada noite, e mais que a quantidade, voltámos a ser brindados com a qualidade de um público com vontade de se rir do primeiro ao último minuto e que parecia responder afirmativamente a todas as propostas de humor que íamos apresentando.
Resta-nos agradecer a todos os que marcaram presença nesta nova versão da Matrioshka e especialmente a alguns "especialistas" que tiveram a amabilidade de nos deixar uma palavra no fim do espectáculo.
Finalmente, a todo o pessoal do Teatro. Durante estes quinze dias de ensaios e até ao último minuto de sábado, não houve nenhum desejo ou preocupação que não fosse atendido na hora, e sempre com extrema simpatia, por parte de toda a equipa, o que nos leva a afirmar que foram de longe o melhor grupo de profissionais com que já trabalhámos.
Um agradecimento final ao director do São Luiz, Jorge Salavisa, por não ter tido receio de apostar num grupo pouco conhecido do grande público para uma sala tão nobre como o Jardim. Espero que não o tenhamos desiludido.
Por hora é tudo. Dia 19 há mais.
Até lá.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2007

Matrioshka - Outubro a Dezembro de 2006

Depois das boas indicações de Terapias, a Matrioshka foi o segundo espectáculo de sketch e stand-up comedy levado a cena pelo grupo. Respondendo a um convite do director do Teatro Mundial, Almeno Gonçalves, os A.A. mudaram-se de armas e bagagens para o teatro que divide paredes com a conhecida "boite?" Black Tie, isto numa clara esperança de atrair mais homens solteiros, divorciados ou com casamentos infelizes, fartos que estávamos de mulheres histéricas a fazerem-nos esperas.
Em relação ao primeiro espectáculo tudo mudou. Aumentou a capacidade da sala, o preço dos bilhetes e a responsabilidade. Os conteúdos, todos novos, com a novidade de projecção de vídeo, o que nos permitiu explorar essa vertente e criar um resultado final mais profissional e parecido com o que se faz lá fora (estamos agora muito perto do que se faz num Senegal).
O público voltou a não nos desiludir e conseguimos esgotar quases todos os dias em que o espectáculo esteve em cena. Agora, mais que os nossos familiares, vieram os amigos deles (e mais alguns primos afastados).
O fim de 2006 e do espectáculo é ainda mais marcante num outro aspecto. Ganhamos noção da existência dos nossos primeiros inimigos e detractores, o que para nós foi muito importante, porque deu-nos a certeza de estarmos no bom caminho.

Sinopse de Matrioshka:
E se cinco humoristas se sentassem à mesa para escrever uma peça de sketch e stand up comedy? Não, isso já foi feito. E se tiver sido feito por esses mesmos humoristas? Ah, então assim está bem, mas já não é novidade! É, porque desta vez eles decidiram mostrar ao público o processo de criação da própria peça. E isso tem piada? Não, mas todos precisamos de comer.
De 17 de Outubro a 12 de Dezembro, todas as terças-feiras pelas 22 horas, no Teatro Mundial, os Alcómicos Anónimos apresentam “Matrioshka” – um espectáculo de luz e cor (mas sem mariquices).


Trailer:

Stand-up Zapping - Junho de 2006

Em Junho de 2006, fomos convidados pelo Zeno para apresentarmos uma ideia de espectáculo que tínhamos desenvolvido, o Stand-up Zapping. O Zapping consistia numa actuação de stand-up intervalada com sketchs simples, onde a tónica seria: cada comediante não poderia estar em palco mais de trinta segundos.
O Zeno Lounge fica no Casino Estoril e é um optimo espaço físico para espectáculos (além de ter óptimas pizzas), no entanto, descobrimos que o público de um restaurante-bar do Casino preferia isso mesmo: comer pizza, picanha e mousses de maracujá, em vez de ver comédia ao vivo. Nós não os censuramos.
Foi uma experiência positiva, que nos permitiu ainda fazer amizade com um dos "grandes brasileiros" a residir em Portugal: Zeno Cunha, dono da cadeia Zeno, que no fim de cada actuação que não corria como nós esperávamos, nos aconchegava o ouvido com a tirada "Fica frio, cara!"

Terapias de Grupo - Março a Maio de 2006

No início do ano de 2006, os Alcómicos decidiram criar o seu primeiro espectáculo mais ou menos profissional. Munidos de um orçamento de 27,5 euros, uma caixa de música e noções básicas de encenação apreendidas nas peças de Teatro exibidas nas tardes da TVI, os cinco rapazes deitaram mãos à obra e levaram ao palco da Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul o espectáculo "Terapias de Grupo".
Resultado: Um sucesso, muito em parte porque a sala levava 80 pessoas e nós temos famílias muito grandes. A verdade é que a SIGC criava, naquelas noites de quinta-feira, uma atmosfera intimista, levando muitas vezes os humoristas e rir quase tanto como a plateia.

Sinopse Terapias de Grupo:
Durante os meses de Março a Maio, todas as quintas-feiras pelas 22h30, na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul, este grupo vai estar reunido, apresentando ao público “Terapias de grupo” - um espectáculo de uma hora e “picos”, incidindo nos sketches humorísticos (mas daqueles para rir) não esquecendo a vertente stand up comedy (mesmo), com textos, encenação, sonoplastia, cartazes, grafismo de bilhetes e sandes mistas do bar da sua autoria. Relativamente à composição do espectáculo, é de esperar um teor mínimo de humor na ordem dos 12,5%, podendo aumentar consoante o tempo que o espectador passar no bar da Guilherme Cossoul, antes do espectáculo.
Reserve os bilhetes o quanto antes, porque só o Zé Beirão tem 33 primos.

Musicais - Setembro de 2005 a Fevereiro de 2006

O Musicais foi o espaço onde os A.A. se juntaram pela primeira vez, inicialmente ainda sem estarem constituidos como grupo e mais tarde já a actuarem como Alcómicos Anónimos. Todas as quartas-feiras havia stand-up comedy para duros, sem regras, no palco da esplanada do Musicais. Eram noites sempre animadas onde tínhamos a oportunidade de testar piadas novas todas as semanas, perante audiências muitas vezes com mais de 100 pessoas. O público do Musicais sempre foi peculiar, pois nunca era fácil de conquistar, o que tornava cada noite numa experiência diferente.
No total, foram mais de seis meses de comédia em que as noites eram de acesso livre, facto que fez com que se começasse a criar uma cultura de público de stand-up comedy. Foi também ali, que ganhámos os primeiros seguidores (3).

O cartaz exibido é apenas um de muitos que o designer André Semedo criava semana após semana, propositadamente para as nossas noites. Do seu engenho sairam outros belos exemplares.